Segundo dados oficiais, o cristianismo é a religião com maior número de seguidores na população moçambicana, formada por 26,5 milhões de habitantes, principalmente do catolicismo (herança do colonizador português), mas o sincretismo com tradições animistas é muito forte. Há relativa liberdade religiosa em Moçambique, o primeiro campo aberto por Missões Mundiais no continente africano, em 1971.

A ex-colônia portuguesa de Moçambique fica no sudeste da África, e embora o português seja o idioma oficial, a língua é pouco falada pela população, que usa, em sua maioria, dialetos locais para se comunicar.

No campo social, Moçambique é um dos países mais pobres do mundo. Falta tudo: luz, água, saneamento. A desnutrição infantil é uma mazela que faz com que muitas crianças não completem nem um ano de vida. E tudo acontece mesmo sendo Moçambique uma das nações onde a exploração de petróleo, gás natural e minérios produzem riqueza que não é dividida com a população.

Em março de 2019, o ciclone Idai atingiu o país provocando centenas de mortes e grande destruição. Projetos de Missões Mundiais nas cidades da Beira e do Dondo foram suspensos. Eles foram afetados na sua infraestrutura. As seis igrejas, a escola, a clínica e o instituto ficaram sem telhados e as paredes racharam. A escola tinha no momento 1.200 alunos, o instituto 40 e a clínica fazia centenas de atendimentos por mês. 

Os cinco missionários efetivos e uma voluntária, além de 100 colaboradores dos projetos foram colocados em segurança e permaneceram no campo para presta auxílio a desabrigados. 

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PEPE

Missões Mundiais mantinha na região 27 unidades do PEPE (programa socioeducativo) com cerca de 60 missionários moçambicanos e 1.400 crianças. Todo trabalho também precisou ser suspenso. Adote o PEPE.