Vitórias na Albânia

14 de setembro de 2018.

A igreja em Lezha, na Albânia, está em clima de festa. Nossos missionários na região, Pr. Henrique Davanso e bat8Henriqueta Pechoto, louvam a Deus pelo batismo de mais seis pessoas que até bem pouco tempo jamais tinham ouvido falar de Jesus Cristo. Segundo os missionários, estes foram os primeiros frutos do trabalho junto ao povo não alcançado chamado Gheg. Os batismos aconteceram na última semana de agosto.

“O povo Gheg vive ao norte da Albânia, nas regiões montanhosas do rio Shkumbin.  Além das diferenças de dialeto, também existem diferenças sociais”, conta o Pr. Henrique Davanso.

O missionário diz ainda que os Ghegs são um povo muito severo e corajoso, mas muito fechado.

“Antes das mudanças introduzidas pelo regime comunista na década de 1940, os albaneses eram um povo tribal que vivia em unidades familiares ampliadas chamadas fisis (tribos). Os fisis tinham muitas tradições antigas, como as vinganças de sangue, que duram por várias gerações”, comenta Davanso.

batEle se lembra do primeiro contato com o povo Gheg na região de Ungrej e Kalivaç, quando juntamente com sua família, a esposa Henriqueta e a filha Emanuelle, distribuíam bíblias. Naquele dia, duas pessoas aceitaram a Jesus. Mas a volta para casa não foi das mais tranquilas.

“Ao retornarmos para o carro, de volta para a cidade, uma caminhonete parou ao nosso lado e os dois homens que estavam nela começaram a nos ameaçar com palavras e insinuações nada pacíficas”, narra o momento de tensão.

Dois anos depois, os missionários celebram o resultado daquele trabalho: seis batismos de pessoas antes não alcançadas.

“Como é bom servir ao nosso Senhor. Foi emocionante batizar essas pessoas. Todos com suas histórias e quebra de paradigmas tradicionais e familiares. Uma verdadeira vitória no mundo espiritual”, comenta.

A família missionária pede orações pelo povo Gheg albanês, a fim de que outras pessoas sejam alcançadas pela salvação de Jesus. Para isso, eles clamam pela distribuição de bíblias por toda a Albânia e também por reforço no campo missionário, inclusive voluntários.

 

por Marcia Pinheiro

 

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