Não ao trabalho infantil

11 de junho de 2018.

Neste dia 12 de junho, é lembrado o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. A data foi instituída pela OIT – Organização Internacional do Trabalho – em 2002, ano da apresentação do primeiro relatório global sobre o trabalho infantil na Conferência Internacional do Trabalho. Segundo a OIT, o mundo terá de redobrar ações para acabar com a prática de crianças trabalhando. Cerca de 152 milhões de crianças entre 5 e 17 anos foram vítimas em 2016, segundo o mais recente relatório da OIT. Quase metade realiza essas atividades de forma perigosa, em condições insalubres.

A organização cita algumas medidas para acabar com o trabalho infantil até 2025. Entre elas estão: investimento em mudanças legais e institucionais e também em trabalhos decentes para as famílias, acesso à proteção social e à educação de qualidade.

Se depender de Missões Mundiais, todas elas serão cumpridas. Queremos ver as crianças dos cinco continentes com acesso à educação, se preparando para ter um trabalha digno quando atingirem a maioridade.

Uma das ferramentas desenvolvidas com esta finalidade é o PEPE (programa socioeducativo), hoje desenvolvido em 29 países com alcance de mais de 16.500 crianças em 560 unidades.

Segundo a coordenadora do programa, missionária Terezinha Candieiro, o impacto causado pelo PEPE em todos os países tem sido grande, apesar das condições adversas de todos eles. “No primeiro trimestre de 2018, enfatizamos a expansão do trabalho, porém de forma mais intencional e organizada”, comentou a coordenadora.

Ela enfatiza que esta abordagem tem produzido resultados mais eficazes no que se refere ao melhor desenvolvimento das unidades e melhor atendimento às crianças.

“Muitas dessas crianças têm tido suas vidas transformadas pela fé e pelo ensino de qualidade que tem recebido”, diz.

A manutenção do PEPE pela igreja local é uma dificuldade a ser superada. Como medida para facilitar a geração de renda, foram iniciadas algumas ações de desenvolvimento comunitário nas Américas, esperando que em todos os países se encontrem formas criativas de geração de renda para a sustentabilidade material das unidades nas comunidades. O trabalho continua com a cooperação de todos. O comprometimento da equipe tem sido fundamental para o contínuo progresso.

Este trabalho só é possível porque as igrejas brasileiras têm ouvido o nosso apelo e sustentado o PEPE com suas orações e ofertas. Sabemos que muito mais pode ser feito, se cada um multiplicar seus esforços e mobilizar outras pessoas a fazer parte desta missão, que é levar esperança ao coração de cada criança.

 

por Marcia Pinheiro

PARTICIPE DO PAM - PROGRAMA DE ADOÇÃO MISSIONÁRIA


Comente o Artigo

O seu endereço de email não será publicado.