Chamados para orar: Papua Nova Guiné

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30 de maio de 2015

Primeiro campo de Missões Mundiais na Oceania, Papua Nova Guiné fica situado ao norte da Austrália e ocupa a parte ocidental da ilha de Nova Guiné, descoberta pelos portugueses no século 16, além de outras ilhas vizinhas.

O país é um caldeirão cultural, com cerca de 700 idiomas falados no país, o que reflete também a pluralidade religiosa nesta pequena nação insular, com adoração a ancestrais e rituais animistas, mesmo com forte presença de cristãos protestantes, como reflexo do passado colonial holandês (na parte da ilha de Nova Guiné que hoje pertence à Indonésia), alemão e britânico. A Austrália passou a controlar Papua Nova Guiné a partir de 1906, e a independência veio apenas em 1975.

Um casal missionário seguirá em breve para o campo de Papua Nova Guiné, o primeiro na Oceania, continente que também precisa ser alcançado pela voz de Deus. Por isso, interceda pelo levantamento do sustento e envio de missionários para o país, bem como para que o Evangelho chegue aos povos não alcançados papuásios e às ilhas do Pacífico, região com relativa liberdade religiosa e um povo carente de Cristo.

Perfil
A fronteira terrestre que mantém com a Indonésia tem o potencial para se transformar em um barril de pólvora, uma vez que as relações com o vizinho são um tanto conturbadas.

O país Papua Nova Guiné apoia deliberadamente os rebeldes da província de Papua, na Indonésia, onde nativos da tribo papua (principal grupo étnico papuásio) disputam com os javaneses (principal grupo étnico indonésio) o acesso à terra e a jazidas de metais preciosos, como o ouro.

Apoiados pela Papua Nova Guiné, os rebeldes de Papua, na Indonésia, lutam pela independência desde os anos 1960, mas os papuas indonésios só obtiveram mais autonomia a partir dos anos 2000, quando ganharam mais autonomia.

Do lado papuásio da fronteira, o país também combate o separatismo de outra região, a ilha de Bougainville, onde uma rebelião nos anos 1980 deixou mais de 20 mil mortos. As relações entre Bougainville e o governo papuásio ainda são tensas, mesmo com um acordo de paz que prevê inclusive um plebiscito para decidir sobre a emancipação da ilha separatista.

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